quinta-feira, 14 de julho de 2011

A leitura valorizada como fator primordial de ensino

A leitura ainda é a maior fonte de conhecimento e informação que a humanidade tem a sua disposição para crescer intelectualmente. Mesmo que nossa cultura não seja de bons leitores, ela ainda recheia os nossos dias, sem mesmo nos darmos conta. No caixa eletrônico do banco, nos gibis, manuais, celebração de uma missa, rádio, bibliotecas, comércio, trabalho,  enfim, a todo momento estamos lendo livros, coisas e o mundo.
Nas escolas podemos observar que isso se amplia, através de projetos, momentos de leitura, troca de informações e na fala das crianças, que na verdade, devem ser ouvidas.
Para compartilhar com , deixo a seguir uma crônica produzida em um encontro de Formação da Olimpíada de Língua Portuguesa.

A PÁTRIA QUE SE AFOGOU

            Éramos três professores, Antônio Lima, Silvania Barreto e Jorge Felix, analisávamos a crônica O Pavão de Rubem Braga, quando fomos surpreendidos pela Pátria que aos berros pedia ajuda:
           _ Estou me afogando!
           Nós reles educadores abasbacados, não sabíamos o que fazer, boquiabertos com a situação.
         _Estou me afogando! – gritava a Pátria com voz rouca e olhos lacrimejantes.
          Antônio Lima disse:
        _A piscina aí está.
        Silvania nada dizia, somente ria.
        Jorge Felix completou:
       _ Pátria querida! Vá para casa, aqui só tem professores, não tem médicos.
        A Pátria levantava os braços e pedia socorro.
        Enfim, a confusão se deu por um ruído na comunicação, afogar-se para nós acrianos, é na água, por isso Antonio apressado indicou-lhe a piscina, para que morresse deveras afogada, a Pátria tão amada.
        Seria correto talvez dizer...estou me entalando ou me engasgando; quem sabe, como fomos ensinados por nossos pais, um murro nas costas salvaria a Pátria certamente.

(Texto produzido por: Antonio Lima, Silvania Barreto e Jorge Felix ).

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